Homem é encontrado morto em praia de SC, mulher é localizada ferida após violência

Jornal Razão

A manhã desta segunda-feira (23) começou com cena de violência na Praia de São Miguel, em Penha, no Litoral Norte de Santa Catarina. Um homem em situação de rua foi encontrado morto na faixa de areia. A poucos metros dali, cerca de 300 metros de distância, uma mulher foi localizada gravemente ferida.

Os Bombeiros Voluntários de Penha foram acionados e constataram o óbito do homem ainda no local. A identidade da vítima não havia sido divulgada até a última atualização desta reportagem. Já a mulher apresentava ferimentos graves na cabeça. Ela recebeu atendimento do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina e foi encaminhada em estado crítico ao Pronto Atendimento de Penha, onde permanece internada.

A Polícia Militar de Santa Catarina foi chamada e, durante a ocorrência, recebeu a informação de que o possível autor estaria escondido na Trilha da Galheta, ponto turístico conhecido do município. As guarnições realizaram buscas e varreduras na região de mata, mas ninguém foi localizado até o momento.

Este é o segundo caso de morte violenta envolvendo pessoas em situação de rua em poucos dias na cidade. Na sexta-feira (20), na Praia Alegre, um homem de aproximadamente 45 anos morreu após ser atingido por golpes de faca e sofrer agressões físicas. Imagens de câmeras de segurança mostram um ciclista se aproximando da vítima pouco antes do ataque.

Devido à proximidade entre os locais e à violência empregada nos crimes, a Polícia Civil apura se há ligação entre os dois casos e se os ataques podem ter sido cometidos pelo mesmo autor. Até agora, não há suspeitos oficialmente identificados nem motivação confirmada.

A sequência de ocorrências tem gerado apreensão entre moradores e frequentadores das praias de Penha. As investigações seguem em andamento para esclarecer as circunstâncias, identificar responsáveis e verificar eventual conexão entre os crimes. Informações que possam contribuir com o trabalho policial podem ser repassadas de forma anônima aos canais oficiais de denúncia.

Fonte: Jornal Razão