Dois agentes da Polícia Civil e dois policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) foram mortos durante a megaoperação contra o Comando Vermelho, realizada nos Complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, na terça-feira, dia 28. Batizada de Operação Contenção, a ação deixou mais de uma centena de mortos e também prendeu ao menos 113 pessoas.
Os policiais receberão promoção póstuma em homenagem aos serviços prestados. A informação foi confirmada em uma nota publicada nas redes sociais pelo governador do estado, Cláudio Castro.
"Eles serviram ao Estado com coragem, defendendo o que acreditavam: um Rio mais seguro e livre.", afirmou
Os quatro policiais mortos:
● Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, 51 anos
• Conhecido como Máskara, era chefe da 53ª DP (Mesquita) e havia sido promovido dias antes da operação.
• O velório ocorreu nesta quarta-feira, dia 29, e o corpo foi sepultado no Cemitério da Cacuia, na Ilha do Governador, no início da tarde.
● Rodrigo Velloso Cabral, 34 anos
• Inspetor da 39ª DP (Campo Grande), atuava há apenas dois meses na Polícia Civil.
• Casado há 17 anos, deixa uma filha.
Em homenagem, a esposa escreveu: “Você partiu cumprindo sua missão de proteger a sociedade, e isso é um legado de bravura que jamais será esquecido”. O sepultamento ocorre às 16h, no Cemitério Memorial do Rio, em Cordovil.
● Cleiton Serafim Gonçalves, 42 anos
• Sargento do Bope desde 2008.
• Deixa esposa e uma filha.
● Heber Carvalho da Fonseca, 39 anos
• Também sargento do Bope, ingressou na PM em 2011.
• Deixa esposa, dois filhos e um enteado.
Foto: Divulgação/Montagem Oeste Mais

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