“Não vão se criar”: Polícia Civil de SC neutraliza matador do Pará ligado ao Comando Vermelho

Jornal razão

Um dos criminosos mais procurados do Pará, identificado como Wendell Carlos da Silva Santos, de 33 anos, conhecido pelo vulgo “WC”, morreu em confronto com a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE) da Polícia Civil de Santa Catarina na manhã desta segunda-feira (30), em Palhoça, na Grande Florianópolis. A informação foi comemorada pelo Delegado-Geral da PCSC, Delegado Ulisses Gabriel: “Ninguém está acima da vida dos nossos policiais, apenas Deus”.

De acordo com as informações da Polícia Civil do Pará, Wendell possuía mandado de recaptura válido até 2039, expedido pela Vara de Execução Penal da Região Metropolitana de Belém, pelos crimes de roubo reiterado (artigo 157 do Código Penal) e homicídio (artigo 121). Ele era considerado de alta periculosidade, com histórico de reações armadas, e foi apontado como integrante da facção Comando Vermelho (CV).

Executor de homicídio e ligação com facção

A Divisão de Combate ao Crime Organizado do Pará identificava Wendell como responsável por ações extorsivas contra comerciantes no bairro Jurunas, em Belém, e o relacionava ao homicídio do irmão de um policial militar paraense. A ficha policial ainda indicava que ele usava documentos adulterados para dificultar sua identificação e circulação em diferentes estados.

Confronto em Palhoça

Segundo informações preliminares, Wendell foi localizado em um “condomínio” de kitnets no bairro Brejarú, em Palhoça. Durante a abordagem, o foragido estaria armado e reagiu à ação policial. Os policiais da CORE revidaram à injusta agressão e ele acabou morto no local.

Histórico criminal

Natural de Macapá (AP), Wendell Carlos acumulava extensa ficha criminal por roubos, homicídio e envolvimento com facção criminosa. O mandado de prisão de recaptura foi emitido em março de 2024 pelo Tribunal de Justiça do Pará, que determinava sua imediata custódia em unidade prisional.

A operação contou com apoio da Agência de Inteligência, que monitorava os deslocamentos do criminoso. A Polícia Civil catarinense deve encaminhar relatório do confronto às autoridades do Pará para encerramento do mandado de prisão.

 caso reforça a cooperação entre forças de segurança estaduais no combate a organizações criminosas de atuação interestadual.

Fonte: Jornal Raazão