Uma criança de 5 anos morreu afogada na tarde de domingo (7), em um rio na cidade de Bom Jesus, no Oeste de Santa Catarina. O menino chegou a ser resgatado e recebeu atendimento por mais de 40 minutos, mas não resistiu.
Com a proximidade do verão, os casos de afogamento voltam a preocupar as equipes de resgate. No ano passado, apenas no primeiro feriado prolongado da pré-temporada, o Estado registrou 81 salvamentos.
Criança de 5 anos afogada em rio
Segundo o Corpo de Bombeiros, os pais relataram que a criança afogada brincava em uma área rasa, com cerca de 50 centímetros de profundidade. Em determinado momento, o menino avançou para um ponto mais fundo e acabou submergindo.
O pai e um familiar conseguiram retirar a criança da água. Quando o socorro chegou, ela estava inconsciente, em afogamento Grau 6 e em parada cardiorrespiratória. Equipes do Samu e dos bombeiros tentaram reanimá-lo durante todo o trajeto até o hospital, mas o menino não resistiu.
Adolescente morre afogado em Seara
No mesmo dia, outro afogamento foi registrado no Oeste. Em Seara, um adolescente de 15 anos morreu após se afogar em uma barragem. Ele também apresentava Grau 6 de afogamento e não sobreviveu.
Como agir em casos de afogamento?
Com a temperatura subindo, a vontade de pegar uma praia ou uma piscina aumenta. Mas você sabe o que fazer caso alguém a sua volta se afogue? O afogamento é uma das emergências mais inesperadas e perigosas pois, em um piscar de olhos, a diversão pode se transformar em uma luta pela vida.
Nesses momentos, cada minuto conta e, identificar os sinais de afogamento, assim como saber os passos necessários para salvar uma pessoa pode fazer a diferença. Entenda o que você pode fazer nesses casos.
Quando uma pessoa está se afogando pode apresentar movimentos descoordenados, bater os braços como se estivesse remando. A cabeça pode estar inclinada para trás, com o rosto parcialmente submerso e a boca aberta na tentativa de respirar, enquanto o corpo permanece em uma postura vertical, sem usar as pernas para se impulsionar.
Um dos sinais mais marcantes é a ausência de sons de socorro, pois a pessoa está focada em respirar, impossibilitando gritos ou pedidos de ajuda. Além disso, o olhar pode estar fixo, assustado ou vidrado, e os cabelos frequentemente cobrem o rosto sem que a pessoa consiga afastá-los.
Foto: Divulgação/Freepik/ND Mais

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