Foi presa na madrugada desta segunda-feira (5) a mulher de 31 anos suspeita de matar o personal trainer Guilherme Montani, de 34, na saída da academia em Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina, em novembro. Juliana Ferraz é ex-companheira dele e foi encontrada em Campo Mourão, no Paraná, informou a Polícia Civil.
Guilherme foi assassinado a tiros ao sair do trabalho na noite de 18 de novembro no Centro de Itajaí. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) chegou a ser acionado, mas a morte foi confirmada ainda no local.
O g1 não conseguiu contato com a defesa da Juliana, que foi presa em via pública.
A ex-companheira deu entrada na Cadeia Pública de Campo Mourão às 0h34 desta segunda, informou o delegado Roney Péricles, responsável pela investigação. A mulher é paranaense e fugiu para o estado vizinho após o crime.
Juliana foi localizada após a investigação identificar possíveis locais para onde ela poderia ter ido. A Polícia Civil catarinense entrou em contato com as autoridades de segurança paranaenses para que a prisão temporária pudesse ser cumprida.
A mulher foi vista no final da noite de domingo (4) em um local público de Campo Mourão e capturada por policiais militares. Ela não havia sido ouvida pelo delegado até 15h50 desta segunda.
O delegado declarou que imagens de câmeras de monitoramento e relatos e reconhecimento por parte de testemunhas apontaram a mulher como suspeita do crime. A motivação é que ela não aceitava o fim da relação com a vítima, ocorrido no início de 2025.
O inquérito segue em andamento e deve ser concluído nos próximos dias.
Assassinato
Foto: Reprodução/Redes sociais

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